Grande é a sorte de quem tem uma boa garrafa, um bom livro e um bom amigo. "Molière"

Vinho e seus Terroirs

Cheirar o vinho…

Analisar um vinho nos remete a aromas conhecidos, que pode nos levar a infância, lembrando de uma fruta, de uma sobremesa, das especiarias usadas na cozinha de nossos pais, dos nossos avós ou até o cheiro das flores do nosso jardim! Identificar os aromas de um vinho é um dos grandes prazeres da degustação, mesmo que às vezes sentimos dificuldades em identificar um aroma ou outro.
Acaba sendo uma fase de aprendizagem, mesmo que o nosso olfato já seja desenvolvido, ele nos desperta a curiosidade de sentirmos as riquezas aromáticas que um vinho pode nos proporcionar.
O nariz de um vinho dá informações importantes sobre a sua personalidade, idade e até mesmo de sua qualidade!

A análise de um vinho pode se tornar um “exercício” mais complexo, onde há a identificação dos diferentes aromas como:

  • Aromas primários: exprimem os aromas da própria fruta, da qual o vinho foi produzido.
  • Aromas secundários: Provém da fermentação, isto é, do processo da vinificação do vinho. Girando a taça, os aromas podem nos apresentar, frutas frescas, flores, especiarias, entre outros.
  • Aromas terciários: Aparecem durante a evolução ou o envelhecimento do vinho em garrafa. Os aromas terciários que resultam de um longo envelhecimento, contribuem para a complexidade de um vinho e acrescentam notas de minerais e vegetais.
Imagem: Cristiane Faria
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